A história do nosso amor

Eu nunca tive duvidas. Sempre o amei.
Desde os meus 12 anos, quando vi aquele carinha que era a cara do Leandro daquele trio KLB. Quem lembra???? nossa! fiquei boba! Literalmente abobada! O vi a primeira vez em um culto na nossa antiga igreja.Na hora do louvor, um casal de membros que na época tinha uns 40 anos eu acho  ( eles achavam que cantavam muito) na hora do louvor, lá de trás, no último banco, começaram a cantar, berrar...sei lá. Só sei que foi feio, cômico e hilário. Gustavo estava sentado atrás de mim. ( sempre sentávamos no último banco) Ele costumava ajudar no som. Rimos, mas como eu nunca tinha reparado nele ali, nem me senti a vontade para conversar, ou puxar papo. Lembrando que eu tinha 12 anos!!!! Conversando com minha melhor amiga, eu perguntei se ela o conhecia. Minha amiga disse que sim! que ele era irmão da cunhada dela! e que a mãe dela era a minha professora da salinha a pelo menos uns 4 anos! ( acho que minha sogra gostava mais de mim naquela época hauaauhauhauha) Voltei para casa, esperei uns 2 dias.
Tomei um gole de coragem, coloquei o CD do KLB para tocar, me enfiei debaixo da cama( sim, eu amava ficar em baixo da cama) e comecei a procurar na agenda da igreja o telefone dele. Achei. Lembro que ensaiei algumas frases. Respirei, desliguei o som e disquei!!! Ele atendeu.
-Alô? ( a voz dele sempre me deu calafrios!!! ele tem a voz firme, máscula. as vezes eu implico dizendo que parece voz de ator porno.kkkkkkkkkkkk. Quando o cara diz, ''vai baby'', e a a voz é melhor que todo o resto kkkkkkkkkkkkkkkkk.
Lembro que tudo que ensaiei foi para o brejo, neca, já era! eu sempre tive a memória fraca. Minha mãe me chama de politica hauhauhauha, eu prometo as coisas e esqueço, falo as coisas e esqueço, esqueço de tudo. Sempre e toda hora. Vou tentar narrar a conversa inicial, da forma que me lembro.
-Oi! você não me conhece, mas eu estava na igreja no domingo...rimos daquele casal estranho. Quem você acha que eu sou? ( tinha eu e mais umas 3 meninas)
-Não sei quem você é, mas suspeito. (ele sempre foi calado, sempre me deixou com um pontinho de interrogação) o que ele esta pensando? o que vai fazer? E eu comecei a lembrar de como eram as meninas que estavam no banco. O nome de cada uma. A roupa que cada uma estava. Então ele disse: ah! agora tenho certeza! você é a menina da blusa estranha!!!! Morri nessa hora! pensei: FODEO!!! se ele lembra da blusa estranha, só focou nisso! ( a blusa era preta, e era toda de fiapo de linha, na verdade eu parecia um porco espinho)
Eu disse: sim! sou eu! e comecei a rir feito uma hiena, porque é exatamente isso o que acontece comigo quando eu fico tensa. Tenho crises de risos! conversamos mais algumas coisas que não lembro e marcamos de nos encontrar na quadra da igreja, que era o point para as amizades que se transformariam em namoro, e acho que é assim até hoje, com as crianças da igreja, que se acham adolescentes.
Amanhã conto mais um pouco da história.

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